Leitura e liberdade do ensino


Não precisamos de lei que controle a liberdade dos professores e do pensamento. Necessitamos é de “lei-tura”, para mais pensamento crítico, mais consciência coletiva e melhor compreensão do mundo em que vivemos e da Humanidade à qual pertencemos. 

Como observou Mário Vargas Llosa, “um público comprometido com a leitura é crítico, rebelde, inquieto, pouco manipulável e não crê em lemas que alguns fazem passar por ideias”.

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