Ajudar nas tarefas da cozinha

Combinei com minha esposa Dani que vou cozinhar mais em casa. Sei das minhas limitações, mas procuro ser colaborativo e senti a necessidade de ajudar mais diretamente na cozinha. Além disso, cozinhar é uma boa terapia em épocas de nervos à flor da pele.

Desde crianças eu e a minha irmã trabalhávamos fora e dávamos os nossos pulos para ter comida em casa. Sempre ajudei como pude. 

Ao longo da vida, morei muito tempo sozinho e fazia a minha própria comida. 

Mas confesso que cozinhar definitivamente é uma arte e nunca foi o meu forte. 

Certa vez deixei o feijão cozinhando na panela de pressão e fui para a escola. Eu tinha uns 13 anos. Ao final do dia, quando voltei, toda a vizinhança estava impressionada e falando alto sobre um cheiro de amendoim torrado que invadia toda a rua. Cheguei em casa e a panela de pressão estava uma imensa bola incandescente, toda queimada, depois de horas com o fogo ligado.

Por várias vezes deixava a água fervendo, saía para a rua, e quando voltava o fundo da caneca estava derretido, com um imenso furo embaixo.

Minha história de cozinheiro é cheia de contratempos, dissabores e muitas histórias. 

Atualmente ficou mais fácil porque a internet ajuda muito, com as receitas e os tutoriais. 

De qualquer forma, decidido a cumprir bem a minha promessa eu tirei um velho e manchado livro da estante, que já me socorreu bastante nos velhos tempos. Chama-se “Guia para a sobrevivência do homem na cozinha”. Ensina até a fritar ovos. Agora vai!😁😉

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