A valorização do professor

Na Grécia antiga “pedagogo” significava “aquele que conduz pelas mãos”; hoje, num sentido metafórico, continua a ser aquele que vai guiando e mediando em direção ao saber.

Muitos países desenvolvidos priorizaram amplos investimentos nos professores e a Finlândia é um bom exemplo. País pobre no início do Século XX, tornou-se desenvolvido graças aos seus esforços na área da educação, cujos índices de avaliação estão entre os melhores do mundo.

Tais transformações somente foram possíveis depois de um conjunto de políticas educacionais eficientes, mas a fórmula mágica para o sucesso da educação na Finlândia foi o investimento nos professores.

A começar pela boa formação, pois para ser professor naquele país é necessário graduação e mestrado na área educacional.

Depois, através de outras ações de valorização dos mestres, como baixo número de estudantes por professor, maior tempo para preparação de aulas; boas condições de trabalho; políticas de aperfeiçoamento do magistério; possibilidades de progressão na carreira; boa remuneração; autonomia para trabalhar o currículo, entre outros fatores.

Na Finlândia ser professor é o sonho de muitas crianças e jovens, em razão do enorme prestígio da profissão.

Nada mais visionário do que investir nos professores para o desenvolvimento de um país. Quem sabe um dia chegaremos lá?

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E.T.: Para quem quiser conhecer mais sobre a educação na Finlândia, e a razão de alguns países terem bons desempenhos educacionais, o livro
“As Crianças Mais Inteligentes do Mundo” (Editora Três Estrelas) dá um bom panorama sobre o tema.

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