Pelé, o gênio reverenciado

O rei Pelé, nascido em 23 de outubro de 1940, fez 80 anos. Até o imortal Pelé envelhece…

Há alguns anos havia perdido o encanto pelo Edson Arantes do Nascimento, por conta dele nunca ter dado a mínima atenção para a sua filha Sandra, com quem ele travou longa batalha judicial, mesmo depois dela ter provado na Justiça que ele era o pai, num triste exemplo de abandono paterno.

Mas essa é outra história. Um é o Edson e outro é o Rei Pelé, autor de 1281 gols. Cada vez que vejo um gol dele, eu me apaixono mais pela leveza com a bola e com as habilidades do rei do futebol arte. Pelé, o nosso jogador majestoso que inspira milhões de jovens mundo afora. Pelé, símbolo do que sempre tivemos de melhor, que é o futebol-arte.

Lembrei-me de uma pequena história que certa vez ouvi sobre ele, em algum lugar.

Consta que em 1966 Pelé foi recebido pelo Papa Paulo VI, um papa muito conservador, que somente recebia Chefes de Estado, mas fez uma exceção para receber o “Rei do Futebol”.

Na recepção organizada pelo Vaticano, Pelé estava nervosíssimo e não conseguiu conter as suas emoções ao encontrar-se com Sua Santidade. 

Segundo a lenda, o Papa percebeu o nervosismo de Pelé, aproximou-se do então jovem rei do futebol e disse a ele algo assim: “não se preocupe e nem fique nervoso. Você não imagina como também estou feliz e emocionado em conhecê-lo”, concluiu o reservado Papa.

Rei é Rei… 

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